Vou apresentar as candidatas para vocês:
ALICE (mais ou menos uns 40 anos solteira, uma mulher
fria, ambiciosa, que tem vicio de ficar falando toda hora palavra
GENTE. Vive na academia para poder manter o corpo gostoso. Ela mora sozinha, mas trabalha na sua casa a nordestina Maria.
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| Alice |
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| Maria |
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| Elisangela |
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| Guilherme |
Tem a VIRGINIA ela é uma gordinha simples, meiga, mas atrapalhada.
Mais ou menos 25 anos, uma mulher triste por não
conseguir emagrecer e por ser
maltratada por sua tia que a criou, HELENA) está sempre parada olhando seu
corpo no espelho.
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| Virginia |
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| Helena |
E por último tem a Ana. ANA está sempre com roupa de Corrida mais ou menos uns 42 anos. ela adora fazer seus exercícios de todas as manhãs ouvindo música
com fone no ouvido. Ela deixa seu labrador na casa vizinha para poder correr e ir a entrevistas de emprego. Uma mulher linda e talentosa.
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| Ana |
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| Valdivia |
As candidatas se arrumam para entrevista na revista Moment. Valdivia Ajuda Ana a se arrumar. Ana é a que mais fica perocupada como se pentear.
- Val, eu vou de cabelo preso ou solto? Tenho medo de ir com ele preso e o diretor pensar: Nossa essa daí tá desesperada mesmo por um emprego que veio até de coque. Ou se eu for de cabelo solto, ele pode pensar: Nossa essa daí nem tem tempo de pentear o cabelo. O que você acha Val?
- Patroa, ocê fica linda de quarquer jeito. mas acho que cabelo preso
deixa a muié mais formal, está mais a caráter de uma entrevista
chique. Responde Val.
- Não sabia que falava tão bonito!! Você é bem informada hein! Se admira Ana.
- É minha querida, o que uma “Discovi romini relp” não faz!
- O que Val? Discovery home and health que você quis dizer, né?
- Ah, a senhora me entendeu. A senhora já tomou seu remédio hoje, patroa?
- Olha Val, você sabe que eu não gosto de falar sobre isso.
- Mas a senhora sabe que é muito importante de tomar.
- Deixa eu me arrumar, se não vou me atrasar.
As 4 candidatas chegam na revista Moment. Elas estão sentadas numa mesa chique retangular, Alice,
Elisangela, Virginia e Ana. O Diretor MARK é um homossexual muito
atraente, de mais ou menos uns 30 anos. Ele est em pé falando sobre a
empresa.
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| Mark |
- Então, como já falei na entrevista individual e enfatizando, tem algum problema se eu repetir novamente? Pergunta Mark.
- Não, claro que não. Por mim o senhor pode repetir quantas vezes o senhor quiser. Diz Alice num tom engraçado.
- Senhor não boneca! Você. Podem me chamar de você. talká? (Mark não fala tá ok, ele diz Talká.) Mark continua:
- Meu nome é Marco Aurélio Diniz, mais conhecido como Mark, me chamem de
Mark. A nossa Revista se chama moment, somos uma revista com mais de
trinta anos de sucesso, com mais de 30 milhões de revista vendidas em
todo brasil, onde falamos sobre notícias do mundo, falamos sobre moda,
fofocas, receitas, enfim somos uma revista bem eclética! Estamos
procurando uma colunista inteligente, criativa, que gosta dos
babadoooos, pontual, que não seja perua, mas que brilhe como gliter e
que tenha glamour.
- Meu perfil. Diz Ana toda animada.
As outras olham pra ela de cara feia.
- Essa nova colunista daqui a dois meses será também a nova diretora da
revista e eu mesma, linda, perfumada e reluzente que vou começar a
preparar você, você, você ou você pra comandar todo esse paraíso! Mark prossegue.
- Uau, meninas!! Diretora!!! Meu Deus do céu, minha mãezinha lá do céu deve está levantando a mão pro céu pra me ajudar! Diz Virginia toda empolgada.
Alice olha Virginia de cima a baixo e pensa:
- Agora você vê, eu aqui disputando uma vaga dessa, com essa gorda sem
educação, que fala pra cacete. Rum, nenhuma dessas são páreo pra mim.
- Xiii, silêncio menina, deixa o Mark terminar. Pode continuar chefe! Elisangela deixa a sua para não ficar por baixo.
- Chefe porque você nem foi contratada? Nem sabe se vai ser! Virginia provoca.
- Posso terminar meninas? Diz Mark olhando pras unhas.
- Termina. Responde Virgínia.
- Como eu tenho 4 excelentes candidatas, eu vou lançar um desafio, daqui a duas semanas, a
candidata que trouxer uma matéria boa, boa não, excelente, divaine.
Sabe aquela matéria tão boa que faz você quase gozar quando começa a
ler?
- Então você quer uma matéria erótica? Pergunta Virgínia sem pestanejar.
Alice torce o nariz para Virgínia.
- Não, erótica não. Você é virgem, né Virgínia? Rá, brincadeira. Mas não,
não é erótica não. Mas uma matéria que fará nossos leitores mastigar
devagarinho os escritos de vocês pra saborear, se deliciar com cada
folha da nossa revista! O tema vocês escolhem! Pode ser moda, tragédia,
fofoca, sobre sexo.
(Aponta para Virgínia) Enfim crianças a matéria que vocês quiserem, talká? A partir de
amanhã, vocês vão ficar num apartamento no quarto andar, para ficar
longe de problemas com família, filho e se concentrar só na matéria que
vão apresentar. Talká?
- Vamos ficar todas no mesmo Ap? Ana pergunta assustada.
- Não. No mesmo andar sim, mas em apartamentos diferentes. Responde o diretor.
As quatro mulheres saem da sala com sangue nos olhos. No elevador elas descem juntas e dizem que estão nervosas. Alice com plano para prejudicar as candidatas diz que tem uma grande idéia.
- Geeeente eu tive uma brilhante idéia! Ele disse que daqui a dois meses
uma de nós será a diretora dessa revista, não é? Que tal a gente se
unir, pra uma ajuda a outra e a que vencer, pode depois ir contratando
uma por uma. Gostaram?
Todas gostam da idéia e se abraçam. Alice faz cara de esperta.
Todas vão para sua casa arrumar as malas para ficarem no ap que Mark alugou para elas.
Elisangela está em casa lendo e chega seu marido Guilherme embriagado. Guilherme chega cantando alto:
- Então eu chego em casa todo dia embriagado, nananana, Meu Deus não, eu não posso nanana que se chama amorrr...
Elisangela olha pra ele de cara feia.
- Guilherme dá pra você cantar mais baixo, já passou da meia noite!
Todas vão para sua casa arrumar as malas para ficarem no ap que Mark alugou para elas.
Elisangela está em casa lendo e chega seu marido Guilherme embriagado. Guilherme chega cantando alto:
- Então eu chego em casa todo dia embriagado, nananana, Meu Deus não, eu não posso nanana que se chama amorrr...
Elisangela olha pra ele de cara feia.
- Guilherme dá pra você cantar mais baixo, já passou da meia noite!
- Desculpa querida, é que to tão feliz, a festa tava muito boa, você não sabe quem tava lá.
- Eu não tô interessada na sua festinha. Responde Elisangela com raiva.
Elisangela fica brava com Guilherme porque ele sempre promete que não vai beber nas festas, mas acaba se embriagando. O motivo por Guilherme beber, é porque ele se sente fracasso por não conseguir um bom emprego. Toda vez que ele lembra disso, ele chora e bebe. Elisangela acaba ficando com pena dele.
Alice em sua casa liga para o celular de Virginia pra ver se descobre alguma fraqueza da moça e assim poder investir em cima disso e tirá-la de vez do caminho da vaga.
- Oi Virginia já dormiu?
- Não, estou com ódio da minha tia! Responde Virginia.
- Mas o que houve? Curiosa, Alice quer saber.
- Alice, sabe, eu sofro muito com minha tia. Meus pais morreram quando eu
ainda era bebê, e minha tia que é irmã do meu pai me criou. Só que ela
não gosta de mim. Ela vive me chamando de gorda, burra, feia, me xinga dos nomes mais baixos que você possa imaginar.
Alice ri em silêncio e pensa:
- Bom, gorda você é, sua tia tem razão. Você vai ser a mais fácil pra eu tirar do meu caminho!
- Alô, Alice? você ainda está aí? Pergunta Virginia.
- To sim, amor. Mas você não pode ficar assim, não! Você não sabe que você não é nada disso? Ironiza Alice.
- Eu cresci ouvindo tantas palavras negativas sobre mim, que eu me tornei uma mulher insegura, você me entende?
As duas conversam mais um pouco e depois Alice desliga. Alice fica feliz em saber da fraqueza da rival.
Ana está em casa vendo tv e comendo biscoitinho amarelinho, do seu lado está sua empregada Valdívia dormindo de boca aberta. Ela coloca um biscoitinho na boca de Val que acorda assustada. Ana ri.
- Que isso muié? Que susto! Reclama Val.
- Você tava roncando muito forte e muito alto, muié! Ri Ana.
- Mas eu nem ronco!
- É, realmente você não ronca, você faz cover de motosserra. Caçoa Ana.
- Ah! Pára! Aninha eu vou dormir, to caindo de sono.
Ana recebe uma mensagem de Alice marcando encontro pra falar sobre a matéria que elas irão fazer pra revista.
No outro dia Ana antes de ir para o Apartamento que a revista alugou se encontra com seu ex-namorado Rogério.
Ana e seu ex namorado, ROGÉRIO, se encontram pra conversar (ROGERIO um
homem largado, barbudo, mal arrumado que parou de se arrumar desde que
Ana desmanchou com ele) estão sentados na mesa do restaurante. Rogério não se conforma com o término da relação.
- Rogério, nosso lance já acabou. Durou um ano e pra mim não tem mais valor. Diz Ana chateada.
- Que isso meu amor, eu sempre fui fiel a você. Eu guardo aquele seu segredo até hoje, nunca contei pra ninguém. Desabafa Rogério.
Ana irritada responde ao ex.
- Ahh vai me jogar na cara agora? Só por que guardou meu segredo há tanto tempo, eu tenho que voltar contigo? Eu não devia ter te contado nada! Vamos comer que eu tenho mais o que fazer.
Rogério pede desculpas a Ana e ela diz que ele não mudou nada, continua o mesmo sujo, barbudo, mal vestido. Ana deixa bem claro, que não o amo mais, que está mais focada na sua profissão, e não liga mais para namoro, casamento. Ele pede mais uma chance e ela diz que se ele continuar insistindo ela vai embora dali. Ela implora que ela não vá, pois não tem dinheiro para pagar aquele restaurante. Ana come, paga e vai embora.
Valdivia fazendo arrumação no armário de Ana encontra o remédio controlada que ela precisa tomar e não levou. Valdivia fica preocupada com sua patroa.
As quatro chegam no flat onde vão ficar. Alice leva um monte de mala, parecendo que vai viajar para fora do Brasil.
- Oh meu Filho cuidado com essa bolsa, isso ta cheio de comida pras esfomeadas que vem aqui hoje a noite. Alice refere-se as três candidatas que irão jantar com ela essa noite.
Caveira chega para atender Alice.
- Oi Bonitona, eu sabia que você um dia sentiria minha falta e viria me procurar!
- Eu não senti tua falta não, ôh seu doente, não sinto falta de bandido não! Responde Alice com ar de superioridade.
- Hum, no que eu posso te ajudar maninha? Debocha Caveira
Ana está em casa vendo tv e comendo biscoitinho amarelinho, do seu lado está sua empregada Valdívia dormindo de boca aberta. Ela coloca um biscoitinho na boca de Val que acorda assustada. Ana ri.
- Que isso muié? Que susto! Reclama Val.
- Você tava roncando muito forte e muito alto, muié! Ri Ana.
- Mas eu nem ronco!
- É, realmente você não ronca, você faz cover de motosserra. Caçoa Ana.
- Ah! Pára! Aninha eu vou dormir, to caindo de sono.
Ana recebe uma mensagem de Alice marcando encontro pra falar sobre a matéria que elas irão fazer pra revista.
No outro dia Ana antes de ir para o Apartamento que a revista alugou se encontra com seu ex-namorado Rogério.
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| Rogério ex de Ana |
- Rogério, nosso lance já acabou. Durou um ano e pra mim não tem mais valor. Diz Ana chateada.
- Que isso meu amor, eu sempre fui fiel a você. Eu guardo aquele seu segredo até hoje, nunca contei pra ninguém. Desabafa Rogério.
Ana irritada responde ao ex.
- Ahh vai me jogar na cara agora? Só por que guardou meu segredo há tanto tempo, eu tenho que voltar contigo? Eu não devia ter te contado nada! Vamos comer que eu tenho mais o que fazer.
Rogério pede desculpas a Ana e ela diz que ele não mudou nada, continua o mesmo sujo, barbudo, mal vestido. Ana deixa bem claro, que não o amo mais, que está mais focada na sua profissão, e não liga mais para namoro, casamento. Ele pede mais uma chance e ela diz que se ele continuar insistindo ela vai embora dali. Ela implora que ela não vá, pois não tem dinheiro para pagar aquele restaurante. Ana come, paga e vai embora.
Valdivia fazendo arrumação no armário de Ana encontra o remédio controlada que ela precisa tomar e não levou. Valdivia fica preocupada com sua patroa.
As quatro chegam no flat onde vão ficar. Alice leva um monte de mala, parecendo que vai viajar para fora do Brasil.
- Oh meu Filho cuidado com essa bolsa, isso ta cheio de comida pras esfomeadas que vem aqui hoje a noite. Alice refere-se as três candidatas que irão jantar com ela essa noite.
As quatro sentadas na mesa da sala de jantar. As quatro jantam e Alice aproveita para saber mais sobre a vida das três e assim dar início ao plano em tirar as candidaras do caminho.
- Então meninas antes começarmos a falar sobre trabalho, vamos falar um pouco de nós! Bom, da Virginia eu já sei dos problemas que ela passa com a tia dela.
- Então meninas antes começarmos a falar sobre trabalho, vamos falar um pouco de nós! Bom, da Virginia eu já sei dos problemas que ela passa com a tia dela.
- Verdade desde que meus pais morreram minha tia que me criou e ela não
gosta de mim, não sei porque. Só vive me chamando de gorda, feia e
burra. Desabafa Virginia.
- Nossa que horror! E por você não sai de casa? Você é independente. Pergunta Ana.
- Claro que não, aquela casa, meu avô deixou pra minha mãe e pra ela. Ali também é meu.
- Então você tá certa... Responde Ana.
Alice já corta a Ana querendo saber da vida das outras meninas. Ana olha pra Alice e já começar a desconfiar.
- E você Elisangela, tem alguma coisa pra desabafar com a gente? Claro só se você se sentir segura pra falar. Curiosa Alice pergunta.
Elisangela chora.
- É meninas, eu to precisando desabafar mesmo. Eu não aguento mais o meu marido.
- Que isso mulher?! Que Susto! Ele te bate? Se assusta Virginia.
- Não. Responde Elisangela.
- Te trai? Alice aproveita o embalo.
- Também não.
- É gay? Não, não gay não. Ana pergunta e ela mesma responde.
Alice dá um lencinho de papel pra Eli.
- Não gente, ele é alcoólatra. Desde o dia que ele perdeu o bom emprego
que ele tinha, onde ele foi acusado de roubo, ele passou a beber. Ele
foi preso, depois descobriram que ele era inocente. Ele saiu da cadeia
e começou a beber. Ele nunca mais foi o mesmo. Se ele tá triste, ele
bebe, se tá feliz, bebe também. E assim eu tenho vivido há meses.
- Geeente, que bom. Alice fala baixo, mas Ana ouve.
- Oi? Não entendi o que você disse, Alice!
- Nada não, Ana, to com queixo caído com essa triste história. E você Ana? Você parece ser bem resolvida!
- Antes de eu falar de mim, nós queremos que você fale de você, Alice!
- Ah minha vida não tem nada de legal pra contar não. Disfarça Alice.
- Ah Alice eu não acredito, todo mundo tem uma história pra contar. Vai, conta logo. Insiste Ana.
Alice vendo que Ana não vai falar enquanto ela não falar da sua vida, cede.
- Bom, a casa linda que eu moro, era do meu falecido marido, nós fomos
casados durante dez anos. Ele morreu num acidente de carro e deixou
tudo pra mim. Também não tenho meus pais vivos e sou filha única. Agora é você Ana.
- Eu não tenho nada de extraordinário, meus pais morreram quando eu
era adolescente, num acidente também. Eu também sou filha única, e moro
com meu cachorro Jake. Ah e tive um namorado, terminamos há alguns meses
e só!
Alice não dá muito atenção pra Ana, pois vê que ela não quer falar direito.
Alice não dá muito atenção pra Ana, pois vê que ela não quer falar direito.
- Legal. Então vamos falar sobre trabalho meninas.
Elisangela começa empolgada:
Elisangela começa empolgada:
- Olhem, eu quero fazer uma matéria sobre modas tipo assim: qual a roupa
que estará nas passarelas do outono. Eu tenho amiga que ela trabalha
com moda ela pode me ajudar dando uma entrevista. O que vocês acham?
Virginia se anima: - Bem legal. Eu quero sobre saúde, ginástica, educação alimentar, eu sou
um exemplo de uma pessoa que não cuida de sua alimentação, posso ajudar
as pessoas a não se tornarem uma Virginia. E você Ana?
- Eu pensei em falar sobre vícios. To pensando em entrevistar meu ex
namorado que usa cocaína e poderia conversar com seu esposo Elisangela
pra alertar as pessoas a não entrar no vicio da bebida, que isso poderá
prejudicar a família, a saúde e o emprego. Será que teu esposo me
concederia uma entrevista?
- Não sei, mas posso falar com ele. E sua matéria Alice?
- Eu ainda não sei o que falar, mas pode deixar que assim que pintar uma ideia vou surpreender vocês. Responde Alice, mas Ana desconfia.
As quatro terminam de falar sobre o trabalho, Alice marca novo encontro com elas, só que agora marcam num bar. Elas vão pro seu flat.
As quatro terminam de falar sobre o trabalho, Alice marca novo encontro com elas, só que agora marcam num bar. Elas vão pro seu flat.
No dia seguinte, Alice vai no lugar que falsifica documento, ela está com óculos escuro, peruca da cor diferente do cabelo dela,
dirigindo seu carro, no carro toca a música: Malandramente. Ela
desce do carro e entra dentro do lugar onde vai falsificar uma carta
que vai dispensar a Virginia. Ela fala com o CAVEIRA (um homem de 30 anos, de toca
na cabeça, um cigarro amassado no canto da boca) um falsificador de documento.
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| Caveira |
- Oi Bonitona, eu sabia que você um dia sentiria minha falta e viria me procurar!
- Eu não senti tua falta não, ôh seu doente, não sinto falta de bandido não! Responde Alice com ar de superioridade.
- Hum, no que eu posso te ajudar maninha? Debocha Caveira
- Eu não sou sua irmã! Responde com raiva.
- É sim, tudo bem que eu era adotado, mas sou seu irmão.
- Caveira, isso não é hora de falar asneira. Escuta, é o seguinte, eu
quero que você falsifique esse documento. O nome da Empresa é The best
Moment.
- Não é a empresa dona da revista Moment?
Alice com raiva responde:
- É, é é é isso mesmo. Você vai assinar como
Marco Aurélio Diniz. Preste muita atenção no que eu vou te falar agora,
nada pode dar errado.
Alice explica tudo ao caveira como ele tem que fazer.
- Tudo bem maninha, Xá comigo! Entendi perfeitamente!
- Eu já disse que não sou sua irmã, no meu sangue não corre sangue de bandido! Diz Alice com ódio para Caveira.
Caveira olha pro papel que tem que falsificar, olha pra ela e responde:
- Não corre não, né?
Alice sai com raiva batendo a porta.
Mark liga para as candidatas e convida as quatro para fazerem uma visita a gráfica da revista e ninguém pode faltar.
Dois dias depois, um dia antes da visita a gráfica da revista. As quatro vão beber num barzinho, elas conversam e riem muito da história que Viriginia conta.
- De repente minha tia Helena cai numa poça d’agua cheia de lama. A rua
toda riu. Minha tia tava de roupa branca parecia um açougueiro.
Depois ficou igual um mendigo, Coitada! Conta em gargalhadas, Virginia.
- Meninas mudando de assunto, amanhã já é dia da visita na Revista Moment, to me sentindo importante! Alice diz animada.
- E não é! Eu to me sentindo uma Andrea Sachs do filme O Diabo Veste Prada. Diz Elisangela. Virginia para não ficar por baixo completa:
- E eu uma Miranda! Meryl Streep.
Todas riem. Ana se sentindo apertada, decide ir ao banheiro, Elisangela e Alice vão com ela. Só Virginia que decide não ir, pois diz que se sente mal.
Enquanto as três vão ao banheiro, Virginia tira um liquido da bolsa e
como o único copo que ainda tem bebida é da Alice, ela pinga algumas
gotas na bebida dela.
- Com essas gotinhas, a Alice não poderá ir amanhã na visita gráfica e
ficará fora dessa disputa. E eu terei mais chance de entrar na empresa.
Pena que as outras beberam a cerveja toda. Eu tinha que colocar em
todos os copos. Pensa Virginia.
As três voltam. Alice bebe o liquido.
- Vamos meninas, não vamos ficar até tarde não, pode dar cartão vermelho pra gente. Todas decidem ir embora, chegando no corredor do ap das meninas, Alice começa a se sentir mal.
- Meninas, eu não to legal! Diz Alice com voz embargada.
Ana fica preocupada e pergunta:
- Tá sentindo o que Alice? Quer que eu chame o médico?
- Não precisa. Alice recusa.
- O que você está sentindo? Elisangela pergunta também preocupada.
Alice quase sem poder falar:
Alice quase sem poder falar:
- Uma dor... Tchau meninas!
Alice entra correndo e deixa a porta do Flat aberta. Entra no banheiro. As três apavoradas entram no flat da Alice.
- Aaaaiii, auuuuu. Meus Deus, aiiii, Jesus toma conta! Alice uiva de dor.
- Ih caramba virou freira! Tá rezando. Debocha Ana
Alice grita novamente:
- Aaaai uaiiiii, segura piãoooo!
Ana debocha novamente:
- Isso é uma dor de barriga ou um Rodeio?
De repente um silêncio..
- Alice, você está bem? Ana fica preocupada novamente.
Alice dá um grito:
- Ave Maria cheia de graçaaaaaaaaaaaaaaa!
- Ih ferrou virou freira de novo. Ana debocha de novo.
Alice sai do banheiro. E Elisangela quase rindo repara:
- Alice você tá suando, mulher!
- Alice você tá suando, mulher!
- Claro, o que você quer? Tive um simulado de parto normal, só que por trás. Alice responde com raiva.
- Será que vai dar pra você ir amanhã? Virginia pergunta querendo rir.
- Minha filha, eu vou nessa visita nem que for de fralda geriátrica. Vão,
vão meninas eu preciso me recompor. Batem à porta pra mim que eu vou
voltar pro trono.
Alice sai correndo e as meninas fecham a porta do Flat dela.
- Xii, to vendo que vai ter missa a noite toda. Agora Elisangela que debocha.
As três riem. Virginia entra no seu Flat e fala sozinha:
- Meu Deus, não deixa que nada de grave aconteça com a Alice não, foram só
três gotinhas pra ela não ir amanhã. Mas não quero que ela morra.
Ajuda ela.
Elisangela bate na porta do flat da Ana. Ana abre a porta.
- Oi Ana, desculpa te incomodar, você tem um livro de autoajuda pra me emprestar. Estou me sentindo muito insegura pra amanhã.
Ana manda Elisangela entrar, ela entra. Ana diz que tem um livro com o título: Mulheres De Frente. Enquanto Ana pega o livro, Elisangela pega a chave do Flat da Ana. Ana entrega o livro para Elisangela e ela agradece. Elisangela sai e Ana faz cara que achou estranho a visita da
Elisangela. Ana recebe uma ligação e entra pro banheiro pra tomar banho e Elisangela tranca
por fora a porta do quarto da Ana.
Ana nem percebe que foi trancada. Ela toma banho e depois cai na cama de tanto sono e dorme.
No outro dia Ana já pronta para ir pra Gráfica, não consegue abrir a porta do Flat. Ela entra em desespero:
- Meu Deus, onde eu coloquei a chave dessa porta? Mas
eu não tranco a porta pra dormir. É, mas ontem eu bebi um pouco, pode
ser que eu tenha trancado sim.
Ana Procura no banheiro, atrás da porta, embaixo da cama, dentro da
bolsa e nada. Ana liga pra recepção. Só que ninguém atende. Ana fica
desesperada. Olha pela janela. E avista o porteiro. Ela começa a gritar.
- Ei moço, aqui moço! Droga, surdo! Perae, eu estou no quarto andar, dá pra eu descer pela janela. Diz Ana.
Ela amarra alguns lençóis um no outro e começa a descer pela janela.
Como o vento está forte e Ana está de saia até o pé, o vento levanta a
saia dela e os garis que estão varrendo a rua em frente ao prédio
vibram.
- Obrigado Deus, eu vivi pra ver isso! Diz o primeiro gari.
- Que mulherzinha gostosa! Confirma o segundo gari.
- Essa é a mulher aranha que todo homem aranha quer! Exalta o terceiro gari.
Ana olha pra baixo e vê que estão vendo a calcinha dela. Ela começa a gritar:
- Querem parar de olhar pra minha calcinha e voltem ao trabalho, eu vou processar vocês!
- Gata, depois dessa visão do céu, eu estou disposto a pagar qualquer quantia. Responde o primeiro gari.
Passa uma velhinha e olha pra cima e também vê a calcinha da Ana.
- Eu vou te processar por assédio, assanhada!!
Ana Finalmente chega ao chão! Ela mesmo envergonhada decide enfrentar a situação:
- O que vocês estão olhando nunca viram uma mulher de calcinha não?
- Descendo de um prédio, não! Reponde o segundo gari.
Ana entra no prédio.
Na gráfica, Elisangela e Virginia chegam. Virginia estranha que Ana ainda não chegou e Elisangela estranha que Alice não chegou também. Elas ficam com ar de felicidade.
Alice se aproxima de Virginia e cochicha:
À noite as quatro recebem uma mensagem de Virginia urgente. Alice, Elisangela e Ana chegam juntas. Elas se preocupam porque Virginia que ainda não chegou.
Chega a Ana toda descabelada e com a roupa bagunçada!
Virginia quase rindo pergunta a ela:
- De onde você veio, mulher? De um furacão?
Ana preocupada com o horário, nem liga para a pergunta de Virginia.
- Cheguei a tempo?
Elisangela balança a cabeça que sim, querendo rir também. Ana Chega perto de Elisangela e cochicha:
- Me dá minha chave!
Elisangela finge não entender:
- Que?
Ana sem titubear:
- Eu sei eu você pegou minha chave e me trancou pra eu não conseguir chegar a tempo. Mas pasme! Eu sei voar!
Elisangela fica sem graça e dá a chave pra ela.
Mark chega todo apressado.
- A Alice não veio? Desistiu da vaga? Pergunta ele espantado.
- Ontem ela passou muito mal. Ana responde.
- Capaz dela nem vir hoje! Virginia responde com aquele ar de felicidade.
- Engano seu Virginia, eu estou aqui. Mais firme do que nunca! Chega Alice se sentindo poderosa!
- Nossa como você tá pálida! Repara Mark.
- Olha Mark, eu passei a noite toda uivando, acho que os vizinhos pensaram que tinha lobo no prédio! Eu acho que até cantei lírico! Responde Alice com ar de vitória.
- Que noite dramática! Se admira Mark.
- Dramática não, aquilo foi um filme de terror! Alice rebate.
Alice se aproxima de Virginia e cochicha:
- Engraçado que só você não foi ao banheiro ontem, ne?
Virginia se finge de desentendida:
- Não estou te entendendo!
- Meu suco ficou na mesa, você ficou sozinha e aproveitou pra me sacanear. só que eu to aqui, meu bem Declara Alice.
Virginia dá um sorriso sem graça e Mark leva elas para conhecer a gráfica da revista Moment. Elas ficam maravilhadas com tudo que vêem.
No final da visita Mark coloca mais sede de vencer nelas.
No final da visita Mark coloca mais sede de vencer nelas.
- A vencedora vai comigo pra New York pra conhecer nossa sede! Diz Mark.
Elas ficam maravilhadas!
Mark libera elas pra de noite irem dormir em suas casas.
À noite as quatro recebem uma mensagem de Virginia urgente. Alice, Elisangela e Ana chegam juntas. Elas se preocupam porque Virginia que ainda não chegou.
Elisangela desabafa:
- Meninas, eu vim correndo, deixei meu esposo no sofá cochilando. Fiquei
nervosa com o recado da Virginia no whats dizendo que estava muito
triste e precisava falar com a gente urgente! Será que foi problema com
a tia dela?
- Eu não sei, também sai de casa correndo que nem jantei. Responde Ana.
- Espero que seja algo muito sério, se não ela vai ouvir muito. No máximo
que ela tenha arrumado outro trabalho e tenha desistido de competir com
a gente! Alice usa sua sinceridade.
Ana não gosta do que Alice falou:
- Que horror, Alice. Parece que você tá querendo tirar a gente do teu caminho.
- Agora que horror digo eu! Eu não quero tirar ninguém de nada não, meu
bem. Mas se uma de nós desistisse ou duas de nós, vai dizer que vocês
não iriam ficar mais aliviadas? Responde Alice.
Todas ficam caladas. Chega a Virginia cansada e nervosa.
- Ain gente, deixa eu sentar um pouco. Diz Virginia ofegante.
Ela senta entre Elisangela e Ana. Ela respira e deixa as meninas nervosas.
- Fala logo mulher, você já respirou bastante. Diz Alice ansiosa.
- Alice deixa de ser ridícula, ela veio correndo. Elisangela ofende Alice.
Alice não fica por baixo e revida:
- Ridícula é você, eu to aqui perdendo meu tempo pra ficar vendo mulher respirar! Eu tenho mais o que fazer em casa.
Virginia acalma os ânimos:
- Calma meninas. Eu vou falar. Agora à tarde eu recebi uma carta lá da Moment.
Elisangela se empolga:
- Te contrataram?
Alice debocha:
- Depois a ridícula sou eu.
- Não! Responde Virginia em meio a lágrimas.
- Ihh dispensaram ela. Diz Alice.
Ana, Elisangela olham pra cara da Alice, recrimando ela. Mas Alice se defende:
- Ué gente, se ela não foi contratada, É obvio que foi dispensada. É só raciocinar um pouquinho.
Virginia entristecida e desapontada:
- Meu sonho jogado pela janela. A carta diz assim. "Boa Tarde Virginia,
segundo as normas da empresa The Best Moment, você não se encontra no
perfil que a empresa está buscando!" Tá vendo gente? Só porque eu sou
gorda!
Ana tenta acalmá-la dizendo que isso fala sobre o perfil profissional e pode ser que a qualidade profissional dela não é o perfil que eles buscam. Virginia chora mais.
- Mas porque não disseram lá no dia da entrevista? Ou
hoje pela manhã na Gráfica? Mas não, esperou eu me empolgar, me animar
pra depois me tratar assim. Desabafa Virginia.
Elisangela abraça ela e tenta acalmá-la, falando de suas qualidades.
- Vocês acham que eu devo processar eles? Pergunta Virginia.
- Não garota, você tá maluca? Mais que depressa Alice responde.
- E porque não? Virginia insiste.
Alice tenta novamente:
- Claro que não, perae, me dá licencinha aqui pra eu sentar do lado dela
e explicar uma coisa. Essa empresa é uma empresa de nome grande,
conhecida não só no Brasil, mas no mundo todo, se você processar ela,
você nunca mais vai conseguir emprego em nenhuma outra revista. Nem pra
ser faxineira hein! Vai por mim.
Ana acaba concordando com a rival:
- É, a Alice tem razão, Virginia. Vou fazer um trato com você Virginia, se
eu vencer eu te chamo pra trabalhar comigo, eu juro por meus filhos.
Virginia enxuga as lágrimas e responde desanimada:
- Mas você não tem filhos.
- Agora não, mas um dia eu terei, tá? Ana a conforta.
- Eu também, se eu vencer vou convidar todas vocês pra trabalhar comigo. E você Alice? Diz Elisangela para não ficar por baixo.
- Claro, claro. Responde Alice com uma cara não muito boa.
Virginia chega em casa triste e a tia tá vendo tv. Ela quer saber o que houve com a sobrinha, mas Virginia não conta. Helena diz que vai vender a casa pra dividirem o dinheiro, já que elas não se gostam. Virginia fica feliz com a notícia. Ela acaba falando que foi dispensada da vaga da revista, a tia manda ela emagrecer que ela arrumará emprego rapidinho. Virginia dá as costas e vai pro quarto.
Alice feliz em casa, fica satisfeita por seu plano contra a Virginia ter dado certo. Ela planeja como derrubar Elisangela e tirar ela do caminho também. A campainha de Alice toca e é o caveira, seu meio irmão. Ele vem pedir dois mil reais porque precisa pagar umas dívidas. Alice diz que não tem e Caveira faz tom de ameaça, ela manda ele voltar no outro dia a noite que ela vai pegar no banco. Ele vai embora e Alice zomba dizendo que ele nunca verá a cor do seu dinheiro.
Virginia chega em casa triste e a tia tá vendo tv. Ela quer saber o que houve com a sobrinha, mas Virginia não conta. Helena diz que vai vender a casa pra dividirem o dinheiro, já que elas não se gostam. Virginia fica feliz com a notícia. Ela acaba falando que foi dispensada da vaga da revista, a tia manda ela emagrecer que ela arrumará emprego rapidinho. Virginia dá as costas e vai pro quarto.
Alice feliz em casa, fica satisfeita por seu plano contra a Virginia ter dado certo. Ela planeja como derrubar Elisangela e tirar ela do caminho também. A campainha de Alice toca e é o caveira, seu meio irmão. Ele vem pedir dois mil reais porque precisa pagar umas dívidas. Alice diz que não tem e Caveira faz tom de ameaça, ela manda ele voltar no outro dia a noite que ela vai pegar no banco. Ele vai embora e Alice zomba dizendo que ele nunca verá a cor do seu dinheiro.
Amanhece e Alice, Ana e Elisangela voltam pro Flat
com as malas. Alice faz uma ligação do telefone do seu quarto. Muda a
voz no telefone.
- Alô é da casa da Elisangela? Ela se encontra? Ah ela saiu? Você é o
marido dela? Não interessa quem eu sou, o negócio é o seguinte: Essas
noites que sua esposa não tem dormido em casa, ela está se encontrando
com o chefe que a entrevistou lá na revista onde ela vai trabalhar.
Abre teu olho, hein chifrudo!
Alice desliga o telefone e ri. Depois faz uma conferencia pelo celular pras outras duas.
- Meninas, vamos naquele barzinho de novo? Hoje eu quero beber. Então, hoje às 20 horas. beijos.
As três candidatas vão ao barzinho combinado para beber. Elas conversam e riem bebendo. Elisangela recebe uma mensagem do marido.
- Estranho, meu marido mandou uma mensagem dizendo que vem me buscar. Diz Elisangela para as rivais.
- Mas ele sabe onde você está? Pergunta Alice.
- Antes de sair do Flat, eu falei que nós viríamos pra cá. Responde Elisangela.
Ana acha estranho:
- Ue, mas ele não sabe que você está nesse Flat até o dia da apresentação?
- Sabe, por isso que estou achando estranho. Responde Elisangela preocupada.
Um carro encosta próximo o bar onde elas estão.
Elisangela olha assustada:
- Meninas, meu marido chegou. Vou lá falar com ele.
Ana continua achando estranho:
- Estranho, o marido dela nem veio dar um boa noite pra gente!
- Estranho nada. Esses alcoólatras são assim mesmo. Responde Alice.
Elisangela vai até o carro para saber o que houve para Gui ir até onde ela está. Guilherme um pouco alterado manda que ela entre no carro. Ela sente que ele tá bêbado e nervoso. Elisangela resiste em entrar no carro, Guilherme grita para ela entrar, então, ela entra. Guilherme alcoolizado começa a brigar com Elisangela.
Ele diz que recebeu um telefonema dizendo que Eli estava com o futuro chefe dela essas noites que ela não dormiu em casa.
Elisangela fica assustada:
- Que? Guilherme você tá bêbado? Pára o carro, pára que eu vou dirigir! Você tá bêbado!
- Eu bebi sim, bebi porque eu achei que você estava com outro. Diz Guilherme.
- Você não confia em mim? Pára o carro. Grita Elisangela.
Elisangela se joga em cima dele pra pegar no freio, mas ele empurra ela.
Eles começam uma luta para pegar o volante e gritando um com outro. Ele xinga ela e ela se defende. A briga fica tão séria entre os dois que Guilherme se desconcentra que perde a direção e bate com violência contra um muro. Os dois morrem na hora.
Bate no muro e dois morrem.
Enterro de Elisangela e Guilherme.
Enterro de Elisangela e Guilherme.
No enterro tinha algumas pessoas, Alice, Virginia e Ana estavam lá.
Virginia muito assustada desabafa para as candidatas.
- Meninas, eu fiquei apavorada quando vi na tv a reportagem. O marido dela estava dirigindo bêbado!
- O que será que aconteceu pra ele estar bêbado daquele jeito? Pergunta Ana.
- Ora, o que será que aconteceu, o que será que aconteceu é que alcoólatra não precisa de motivo pra encher a cara, né? Alice sempre se achando conhecedora da verdade, responde.
Uma parente do marido da Elisangela que está atrás das candidatas ouve o que Alice fala. Indignado rebate:
- Aqui não é lugar pra ficar criticando o morto. Vê se você cala essa sua boca e enfia essa língua...
Alice corta o parente.
- Epaaa! Calma, desculpa, tá bom? Não falo mais.
Ela fala baixinho com Ana:
- Ana, agora ficou só a gente pra disputar a vaga.
Ana se irrita:
- Alice agora não é momento de você falar sobre isso, se manca!
Alice ri com ar de satisfação que só tem as duas pra competir. Ana olha
pra Virginia com ar de desconfiança sobre as atitudes da única rival.
Virginia conta para Ana que está trabalhando na loja de um amigo e Ana fica feliz por ela.
O enterro termina e cada um vão pra suas casas. Alice se sente aliviada por agora só ter a Ana pra ela eliminar.
- Pronto, duas já estão fora do meu caminho. E agora como vou fazer pra
tirar a Ana?
- Ela não deixou uma pista pra que eu possa investir contra
ela.
Alice fica pensativa por um momento e lembra de algo.
- Ah perae ela disse que teve um namorado, mas onde será que ele mora? O nome dele? Ela não disse mais nada sobre ele. Fala sozinha Alice.
- Ah perae ela disse que teve um namorado, mas onde será que ele mora? O nome dele? Ela não disse mais nada sobre ele. Fala sozinha Alice.
Alice vê o carro de Ana saindo e segue ela até sua casa. Alice desce do
carro e quando está se aproximando da casa de Ana, Rogério, ex de Ana
aparece indo também pra casa de Ana.
Alice reconhece Rogério foi um amigo intimo do passado, eles se reconhecem, ela pergunta onde mora Ana, ele diz onde Ana mora. Alice pergunta se ele é o ex da Ana. Ele diz que sim e Alice gosta do que ouve.
- A Ana fala muito de você! Alice fala isso pra poder conquistar amizade dele.
- Bem ou mal? Quer saber Rogério.
- Bom... Depende do ponto de vista. Responde Alice.
Rogério pergunta sobre o passado de Alice, o porque dela não ter sido presa por ter cometido um crime no passado, ela diz que foi em legitima defesa. Ele conta para Alice sobre ele e Ana. Ele diz que Ana o despreza desde do dia que eles terminaram o namoro. Alice fica feliz em ouvir Rogério. Alice convida ele para almoçarem num restaurante ali perto, ela diz que tá com fome. Ele já se impolga e vai com ela.
Eles comem e bebem. Alice aproveita pra tirar de Rogério curiosidades e segredos de Ana. Depois de ouvir tudo que Rogério conta sobre Ana, Alice paga o almoço e vai embora.
Valdívia preocupada por Ana não está tomando os remédios procura o psiquiatra de Ana. Valdívia chora.
À noite, Alice vai até a casa de Ana fazer uma proposta. Alice bate e Ana abre a porta assustada.
- Alice, você aqui? Como você sabe meu endereço?
- Ahh Ana, hoje em dia a tecnologia está tão avançada, que a gente descobre tudo. Posso entrar? Preciso muito falar contigo.
- Claro, entra. Só não repara que eu já to arrumada pra ir pra cama. Quer bebe algo?
- Água por favor. Responde Alice.
Enquanto Ana pega a água, Alice fica observando a casa.
- Tua casa é bonitinha, simples, mas jeitosinha. Observa Alice.
Alice bebe a água.
- Ana, eu vim aqui te fazer uma proposta.
- Proposta? Que proposta? Se assusta Ana.
- É o seguinte, você sabe que só ficaram nós duas pra vaga na revista. Eu
queria propor a você que você desistisse da vaga, e eu preenchendo essa
vaga posso até te contratar pra trabalhar comigo.
Ana dá uma risadinha no canto da boca.
- Você é engraçadinha Alice, eu tenho uma idéia melhor. Porque você não
desiste e eu sou a escolhida depois te levo pra trabalhar comigo?
- Ue, Ana você não confia na minha palavra? Rebate Alice.
- Na verdade, não! Responde Ana.
- Nem eu na sua. Não seria nada legal, você começar a trabalhar e depois o chefe descobrir seu passado, né amiga? Ameaça Aice.
- Passado? Desculpa Alice, não estou entendendo o que você está falando. Ana finge não entender do que se trata.
- Ah não? Deixa eu te ajudar, então. Você esqueceu, que no passado por seu
pai ter te estuprado, você o matou? Acho que pra revista isso não é
nada bom. Então seria legal você desiste logo agora. Alice não perde tempo.
- Isso é um conselho ou uma ameaça? Ana pergunta sem pestanejar.
- Aí fica a seu critério definir.
Ana olha dentro dos olhos de Alice e sem demonstrar um pingo de medo, ela a enfrenta:
- Olha aqui Alice eu não tenho medo de suas ameaças não. E só pra você saber...
Alice corta ela. E levantando a cabeça como superior, Alice rebate:
- Seria bom que você tivesse medo sim. Ou você desiste desse cargo ou eu
mesma vou fazer uma matéria sobre você, que virá como destaque: A
Candidata Assassina. O que você me diz?
Ana pensa um pouco joga o jogo de Alice:
- Então, se eu desistir, você vai me chamar pra trabalhar com você?
- Claro que não, mulher! Você tá maluca? Eu não vou colocar uma assassina pra trabalhar comigo. Alice ri de Ana.
Ana se decide:
- Tá bom então. Pode ficar com essa vaga. Eu arrumo coisa melhor.
- Ai ai, eu sabia que você era inteligente! Agora eu já vou, pois vou terminar minha matéria. beijo amigaaaa.
Quando Alice está saindo. Ana vai atrás.
- Alice, como você ficou sabendo do meu passado?
- Ain amiga, nada que um prato de comida não faça. Alice ri da cara de Ana, sai e fecha a porta.
Ana lembra que prato de comida, só pode estar envolvendo seu ex.
- Prato de comida? Não acredito! Rogerio safado. Vocês não perdem por esperar.
Três dias se passam e chega no dia da entrega da matéria na sala estão Mark e Alice sentados. Mark adora a matéria da Alice. Ela se sente lisonjeada. Mas ele sente falta de Ana e Virginia.
- Gostei muito! E cadê as outras duas? Porque uma morreu, que horror o
que aconteceu com aquela candidata. Qual era o nome dela mesmo?
- Não sei Mark, eu não gravei o nome das outras candidatas. Mas to muito feliz que você tenha gostado da minha matéria. Responde Alice toda empolgada.
- Será que as outras desistiram? Insiste Mark.
- Vai ver elas arrumaram outra coisa nesse ramo. Foi bom pra mim, Mark, agora a vaga é minha.
Entra Ana com sua matéria na mão e respondendo Alice:
- Ou não né Alice? Desculpa te decepcionar, Amiga. Mark, desculpa o atraso
é que eu fiquei até cinco horas da manhã pra terminar minha matéria, me
veio umas idéias uns três dias pra cá que gerou essa matéria.
- E sua matéria fala sobre o que? Pergunta Mark curioso.
Mark pega a matéria da mão dela.
- Então Mark, fala ambição, é sobre uma pessoa que pra conseguir o que ela queria
passou por cima de tudo. Foi capaz de matar um homem, mentir pra um
viciado em bebida alcóolica, que através dessa mentira ele acabou levando sua esposa pra
morte, tem também uma grande mentira que afastou uma jovem sonhadora do
seu grande sonho, Só porque a pobrezinha era gorda. Diz Ana olhando para Alice.
Alice olha com cara de assustada para Ana.
Mark brinca:
Alice olha com cara de assustada para Ana.
Mark brinca:
- Quase um serial killer. Mas isso foi criação sua ou aconteceu de verdade?
- Aconteceu numa cidadzinha onde mora minha a família da minha empregada. é uma grande matéria, eu tenho certeza que vai bombar. Responde Ana.
- Bom eu vou lá dentro ler as duas matérias com mais calma, daqui a dez minutos eu volto.
Mark sai da sala..
- Você é muito cara de pau, né? Você não sabe com quem está mexendo, viu?
- Não querida, eu sei muito bem do que você é capaz. Leia minha matéria! Agora, você que não sabe quem é Ana Duarte! Ana diz num tom de ameaça.
Dez minutos depois, Mark volta dizendo que gostou da matéria das duas candidatas. Ele decide contratar as duas. Alice fica indignada:
- Como assim, as duas?
- As duas serão diretoras durante um mês. Vocês vão
viajar para os Estados Unidos e a diretora que se sair melhor na
direção lá fora. Será a nova diretora da Revista Moment. Vocês falam
inglês fluente?
As duas respondem que sim. Mark passa as informações para as duas. Alice olha com ódio para Ana e Ana ri de deboche da cara de Alice.
No dia seguinte bem cedo, Alice invade a casa do Rogério que está deitado drogado.
- Acorda, levanta seu vagabundo drogado! Já cheirou a essa hora? Irritada, Alice acorda Rogério.
- Alice, o que você está fazendo aqui? Eu cheirei só um pouquinho. Ah, Vai embora, Alice. Responde Rogério meio tonto. Rogerio se levanta tonto.
- O que você foi dizer pra Ana, hein seu fedorento? Grita Alice com ele.
- Eu não disse nada pra ela, eu juro. Eu nem vi minha vida mais, desde do dia que falei com você, não falei mais com ela. Eu juro. Rogério se defende.
- Falou sim, ela está cheia de ameaças pra cima de mim,
só que vocês não
me conhecem. Na verdade você me conhece sim e sabe do que sou capaz. Pra um tonto como você entregar o passado dela, tive que
te pagar um prato de comida e depois me deitar com você, você não sabe
como tenho nojo de mim ter me deitado com um sujismundo igual a você.
Depois desse meu sacrifício todo, você me delata pra ela. Sabe o que
xis nove merece? Merece isso aqui.
Alice dá uns tapas na cara dele, ele cai sentado. Alice levanta ele de novo pela camisa.
Alice dá uns tapas na cara dele, ele cai sentado. Alice levanta ele de novo pela camisa.
- Eu te dei até dinheiro, te dei também uma trouxinha de coca da boa tá? E você me traiu!
Alice tira uma faca de dentro da bolsa.
- Eu não te trai, eu não falei nada com ela. Acredita em mim por favor! O que você vai fazer com essa faca? Diz Rogério assustado.
- Olha aqui, homem safado, traidor como você merece ser cortado em pedacinhos.
- Alice, pelo amor de Deus acredita em mim. Eu não te entreguei não. Tem piedade.
Alice xinga ele e lhe dá uma facada ele cai no chão. Ela vai embora.
Valdívia preocupada por Ana não está tomando os remédios procura o psiquiatra de Ana. Valdívia chora.
- Doutor, eu to muito preocupada com minha patroinha. Ela não toma o remedio há duas semanas já. Desabafa chorando Valdivia.
- Meu Deus, isso que você está me dizendo é muito
sério, se ela ficar sem tomar um dia, ela já pira, imagina esse tempo
todo! Eu vou tentar ligar pra ela. Se preocupa, o médico.
- Não adianta, já tentei várias vezes, ela desligou o celular e não vai mais em casa. Eu to com medo dela surtar. Ela ontem teve em casa, mas eu não a vi. Cheguei hoje e vi as coisas mexidas.
- Olha dona Valdívia, eu não quero te assustar mais, mas ela a
qualquer momento pode surtar e machucar alguém na rua. esses remédios
são pro resto da vida.
- Ain meu Deus do céu. Se apavora Valdívia.
Alice chega em casa e está furiosa arrumando as malas, entra Maria sua empregada.
- Dona Alice, aquele seu irmão, o tal de Caveira, tem vindo aqui direto atrás da senhora.
- Aquela coisa não é meu irmão. Deixa ele vir, quando ele menos esperar, estarei longe daqui. Responde Alice.
- Dona Alice, a senhora já tá arrumando as malas pra viajar?
- Claro,
vou pra Nova Iorque, pra casa daquele meu ex. Tenho que ir antes que
aquela outra, pra eu planejar alguma coisa contra aquela vagabunda da Ana.
- Mas a senhora pode desistir dessa revista e arrumar coisa melhor, a senhora é bonita, inteligente. Não precisa planejar nada contra ela.
- Maria, eu não quero outro emprego. Eu quero esse emprego! Vê se você me entende: Eu quero esse emprego!
Maria avisa a Alice que vai embora para Terra natal dela, em Recife. Alice diz que ela não pode ir embora agora. Que ela vai voltar pro Brasil.
- Quando eu voltar quem vai cuidar de mim? Pergunta Alice.
- Dona Alice a senhora não precisa de ninguém não. Se a senhora precisasse tanto das pessoas, a senhora não tratava os outros com tanta arrogância. Responde Maria.
Maria avisa a Alice que vai embora para Terra natal dela, em Recife. Alice diz que ela não pode ir embora agora. Que ela vai voltar pro Brasil.
- Quando eu voltar quem vai cuidar de mim? Pergunta Alice.
- Dona Alice a senhora não precisa de ninguém não. Se a senhora precisasse tanto das pessoas, a senhora não tratava os outros com tanta arrogância. Responde Maria.
- Eu não sou arrogante, sua abusada! Quer ir embora Pra Recife? Então vá. Vá pra Recife, vá pro inferno, vá pra casa do..
Maria interrompe com grito.
- Dona Alice veja bem o que a senhora vai falar. Eu vou embora, não tenho
mais nada que fazer aqui. Eu não suporto mais seu desgosto pela vida,
sua arrogância, sua prepotência, não sabe tratar bem um funcionário!
Maria dá as costas e vai saindo. Alice Chama ela:
- Maria!
Maria pára pra ouvir Alice, mas de costas pra ela. Alice continua:
- Quero que você saiba que você foi uma grande amiga pra mim. Eu sei que
sou grossa, eu sou sim, mas você sempre foi uma pessoa especial na
minha vida. Me perdoa por tudo que eu te fiz.
Cai uma lágrima de um olho de Maria que sem olhar pra trás vai embora.
Alice fica furiosa:
- Afs nem me agradeceu. Já vai tarde!
Alice arruma sua mala e desce pra cozinha.
Quando Alice chega na cozinha de sua casa, Ana está
lá toda chique de óculos escuros, salto alto, mas está meio
desorientada, devido a falta do remédio tarja preta. Alice leva um
susto.
- O que você está fazendo aqui dentro da minha casa? Quem abriu a porta pra você entrar?
- Ninguém amiga. Debocha Ana. - O portão estava aberto, a porta estava
aberta, facilitou minha entrada. Vim aqui retribuir a visitinha que
você a mim em minha casa.
Continua Ana.
- Pois bem, peço que se retire da minha casa. Responde Alice.
- Calma Alice, tá nervosinha? Debocha mais uma vez Ana.
- Sai daqui agora! Grita Alice.
Alice pega uma faca e aponta pra Ana.
- Ué você vai me matar vai? Ri Ana.
- Não pague para ver. Aliás você sabe muito bem do que eu sou capaz.
Esqueceu o que armei pra Elisangela? O que armei pra Virginia? E o
pior, sabe aquele tonto, idiota do seu ex- namoradinho?
Ana faz cara de deboche.
- Desembucha gatinha, fala tudo que você tem pra falar.
Alice fica com a faca apontada pra ela e responde:
- Ah
você já sabe. Eu matei aquele vagabundo, eu durmi com ele pra ele me
contar seu passado, dei uns presentinhos pra ele e o babaca me contou
tudo sobre você. Eu conheço ele há anos e sei que ele gosta de drogas,
então comprei umas cocas pra ele. Contei pra ele que afastei algumas
candidatas. Inclusive, ele sabe que matei meu, ex marido, só que o
bobão acha que foi em legítima defesa. Falei que se ele me entregasse
algum dia, eu faria a mesma coisa com ele, pelo jeito ele não
acreditou, porque na primeira oportunidade correu pra me entregar pra
você. Então, pra num futuro ele não me entregar na
polícia eu o matei. Sem dó, nem piedade. Então saia daqui. Porque eu
não tenho medo de matar ninguém.
Ana tira uma arma de dentro da bolsa e aponta pra Alice.
- Ana abaixa essa arma, isso aí é perigoso. Diz Alice com medo.
- Olha só Alice, pára de show, Senta
aí, porque você precisa ouvir uma linda história. O Rogério não me fala nada de você não. Nem pra matar você
presta né? Então, quando você saiu da casa do Rogério eu entrei ele
tava só desmaiado. A facada que você deu não pegou direito, você é
burrinha hein. Aí eu só peguei a faca e terminei o serviço que você,
inútil, não soube fazer. Ana olha com ódio para Alice.
- Já acabou? Eu tenho que viajar. Diz Alice tentando se afastar lentamente.
- Não
acabei não. A Elisangela não morreu só porque o marido dela dirigia
bêbado não, queridinha. Um dia antes do encontro eu fiz uma visitinha
na garagem do
carro do casal, dei um jeitinho
no freio deles, e quando eles tentaram frear não conseguiram. Eu não
sou terrível? Eu não fiz isso só por causa da vaga, foi porque
aquela vaca roubou a chave do meu flat e me trancou pra eu não ir na
visita da gráfica! Claro que eu não sabia que a Elisangela estaria no
carro com ele. Meu plano era causar um acidente com ele, e ela ter que
sair da candidatura pra cuidar do maridão.
- Nossa você é diabólica. Eu pensava que só eu não prestava. Alice se surpreende.
- Cala a
boca, Alice. Uma suja falando da mal lavada. Você sabe que meu passado é horrendo, né fofinha? Eu matei meu pai,
mas eu o matei porque ele me violentou. A justiça me inocentou,
porque eles concluíram que foi em legítima defesa. Depois disso minha
mãe que amava muito meu pai, se suicidou. Preferiu me deixar sozinha.
Ana conta sua história
triste olhando pra janela da cozinha da casa da Alice.
- Então você que matou a Elisangela e o marido, matou seu ex, matou seu
pai e agora pretende me matar? Quem diria hein, a mais legalzinha, mais
amiga e compreensível é a pior de todas! Diz Alice horrorizada.
- Olha quem fala, a mulher que matou o marido! Responde Ana.
Alice faz bico de nem te ligo para ela. Ana continua contando:
- Olha quem fala, a mulher que matou o marido! Responde Ana.
Alice faz bico de nem te ligo para ela. Ana continua contando:
- Depois
que meus pais morreram, eu tomo remédio pra dormir, remédio pra
controlar meus instintos e me tornar uma pessoa menos agressiva. Só que
com tantas preocupações sobre esse trabalho, fiquei sem tomar. Estou há
duas semanas sem tomar.
Alice fica assustada.
- Pelo
Amor de Deus, Ana, não faça nada comigo. Não me mate eu te
imploro. Eu prometo que tudo que você me contou ficará entre nós duas,
afinal eu também tenho meus segredos com você. Você não é uma pessoa
má,
você só não está tomando seus remédios. Se você quiser, eu compro os
remédios pra você tomar. Você quer?
- Cala a boca, vagabunda. Eu não sou louca, eu não sou doente, tá bom? Eu
cansei da minha vida toda, as pessoas acharem que eu sou doente.
Alice chora.
- Não Ana, você não é doente não. Eu não to dizendo isso! Por favor,
abaixe essa arma, vamos conversar como pessoas civilizadas que somos.
Ana começa a respirar ofegante. Ela grita:
- Eu já mandei você calar essa boca! Não aguento mais
ouvir essa tua voz chata. Você não é civilizada não, você é uma doente,
arrogante, que trata as pessoas mal.
Alice chora desesperadamente.
- Eu prometo ser uma pessoa melhor, mas por favor guarde essa arma. Me dá mais uma chance, eu prometo mudar.
Ana dá com a arma na cabeça da Alice que desmaia. Ana fala sozinha:
- Tá vendo o que você fez? Eu mandei você calar essa boca! Porque você não me obedece?
Ana amarra Alice numa cadeira de frente para o fogão, amarra um pano na boca de Alice.
- Tá vendo o que você fez? Eu mandei você calar essa boca! Porque você não me obedece?
Ana amarra Alice numa cadeira de frente para o fogão, amarra um pano na boca de Alice.
- Se você não mudou até hoje, não será por minha causa que você vai mudar, bonitinha.
Quando Alice acorda. Ana fica falando como se fosse maluca.
- Já acordou neném? Mamãezinha vai deixar você aqui respirando esse ar puro que vem do seu fogão,
tá bom?
Alice fica apavorada, começa se debater na cadeira apavorada. Ana liga todos os botões do fogão e deixa o gás escapando.
- Fica
quietinha que assim vai poupar ar puro, tá bom? Mas não precisa chorar
não, a morte intoxicada de gás é bem rapidinha, não vai doer nada.
Agora a revista Moment terá só uma diretora, eu!
Alice
chora e fica se debatendo na cadeira. Ana fecha a casa da Alice toda,
abre o forno com gás ligado e chega próximo ao ouvido da Alice e diz:
- Teu irmãozinho Caveira, te mandou lembranças. Tchau. Te vejo no inferno, queridinha.
Ela coloca um papel aluminio dentro do microondas e liga em dois minutos.
Ela coloca um papel aluminio dentro do microondas e liga em dois minutos.
Ana sai de dentro da casa rebolando e sorrindo, entra dentro do carro, dentro do carro está o Caveira.
- Tudo certo, gatinha? Diz Caveira.
- Tudo, gatinho! Responde Ana.
Dão um selinho. Ana diz:
- O mundo é dos espertos!(Pisca o olho para o Caveira)
Quando ela acaba de piscar o olho, ela ri, e a casa da Alice explode. Ela
vai embora de carro com Caveira, os dois sorrindo.
Ana nunca foi pega nos crimes que cometeu. Dois anos mais tarde, Ana morre num acidente de carro, o carro de Ana cai de uma ribanceira e explode!
Ana nunca foi pega nos crimes que cometeu. Dois anos mais tarde, Ana morre num acidente de carro, o carro de Ana cai de uma ribanceira e explode!
Fim.











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